quarta-feira, 8 de junho de 2016
sexta-feira, 3 de junho de 2016
quinta-feira, 2 de junho de 2016
Omitir-se tem seu preço
Você já parou para pensar sobre a responsabilidade que pesa sobre você a vida de cada um ao seu redor? Muitas vezes podemos pensar que não há peso algum sobre nós, e que nada sobre a vida do outro nos interessa. Mas é importante ressaltar, que cada um de nós temos uma missão especial dada por Deus.
Dentro deste contexto, quero levá-lo a pensar sobre a missão em pregar a palavra de Deus. Vamos levar em consideração a ordem dada por Cristo ao expressar com seus discípulos: "Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém." - Mateus 28:19,20
Você pode pensar "isso foi ordem aos discípulos. Eu não sou discípulo!". Tem certeza? Há várias passagens na Bíblia que designa o ser "filhos de Deus". Logo, todo aquele que pensa ser ou é de fato filho de Deus, tem por obrigação obedecer a seu Pai e fazer o que Ele ordena. E onde quero chegar?
Ezequiel 3 nos traz uma ordem bem distinta, que à primeira vista poderíamos dizer que é dada ao profeta... mas levando-se em consideração que todo aquele que é filho de Deus é um missionário, profeta e pregador da palavra, cabe a nós também esse direcionamento.
"Quando eu disser a um ímpio que ele vai morrer, e você não o advertir nem lhe falar para dissuadi-lo dos seus maus caminhos para salvar a vida dele, aquele ímpio morrerá por sua iniquidade; mas para mim você será responsável pela morte dele.
Se, porém, você advertir o ímpio e ele não se desviar de sua impiedade ou dos seus maus caminhos, ele morrerá por sua iniquidade, mas você estará livre de culpa.
"Também, quando um justo se desviar de sua justiça e fizer o mal, e eu puser uma pedra de tropeço diante dele, ele morrerá. Uma vez que você não o advertiu ele morrerá pelo pecado que cometeu. As práticas justas dele não serão lembradas; para mim, porém, você será responsável pela morte dele.
Se, porém, você advertir o justo e ele não pecar, certamente ele viverá, porque aceitou a advertência, e você estará livre de culpa". - Ezequiel 3:18-21

Logo, é nossa obrigação ser exemplo e advertir às pessoas sobre seus erros, seus pecados, suas afrontas a Deus, seu andar tortuoso e fora dos caminhos de Deus. Como filhos de Deus, cabe-nos o papel de levar a mensagem da salvação ao nosso próximo, buscando sua remissão dos erros, dos pecados e das faltas, orientando-o ao caminho reto e correto de Cristo que leva à salvação e vida eterna. Devemos alertar sobre a volta de Jesus a este mundo, sobre seu juízo à esta terra, sobre o julgamento que fará em cada vida por cada ato... Devemos falar não pelo medo de cair sobre nós o sangue dos "não avisados", mas pelo amor à estes, por desejar a salvação do semelhante, e por ansear não
E a minha pergunta para você hoje é: você tem sido pregador da palavra de Deus? Tem alertado as pessoas sobre a volta de Jesus? Tem orientado, aconselhado e exortado seu irmão a sair do mau caminho, arrepender-se dos pecados e ter uma nova vida com Deus?
quarta-feira, 16 de março de 2016
Coração x Corrupção
Ontem (15/03/2016) assistia ao Jornal da Record - muito bom, por sinal. Essa semana tem a série "O Preço da Corrupção". Em uma pesquisa realizada, 80% das pessoas disseram ser completamente honestas. Somente 3% das pessoas admitiram praticar algum tipo de corrupção. A matéria tinha como cunho mostrar que nos tornamos corruptos mesmo nos pequenos atos quando ainda dizemos ser honestos: comprar produto pirata, não devolver troco a mais, não devolver produto achado, etc.
Há pouco tempo vi um teste de honestidade, onde pessoas eram questionadas por um "cego" se sua Telesena estava premiada (com um valor de R$ 60 mil). Para minha surpresa SÓ 1 PESSOA, humilde vendedora de doces, disse ao rapaz que sim, que ele havia ganho e devolveu a Telesena orientando-o a procurar uma lotérica para receber o prêmio e tomar cuidado. Todos os outros - homens e mulheres - correram com a premiação em mãos querendo a vantagem do prêmio, deixando-o sozinho na rua.
Penso que a corrupção é algo entranhado no coração do ser humano - logicamente que não em todos. Mas a degradação do ser humano, a corrupção do seu coração para tantas coisas, o desejo de levar vantagem, de sair ileso mesmo com culpa, de ser e ter mais que o outro, nos faz tão corruptos no pouco quanto o que rouba milhões. Por vezes achamos que um roubo de R$ 1,00 não se compara a R$ 1.000.000,00. O valor é realmente divergente e irrisório dependendo do ponto de vista, mas quem rouba pouco é capaz de roubar muito mais quando tem oportunidade. E nos esquecemos de que para Deus - criador da lei moral regente no mundo, base de todas as constituições e civilizações ao longo da História, considera que roubo é roubo independentemente. O mandamento diz: "não furtarás" [Êxodo 20:15]... não defini o que, como e qual situação motivadora porque pode ser qualquer uma. Inclui-se aí: não roubar dinheiro, objetos, sonhos, oportunidades, família, amigos... a vida!
Não destrua a vida do outro para ter benefícios; atrai para si maldição e destruição.
Que sejamos honestos! Que sejamos sinceros! Que sejamos benção aos outros... pois um dia Deus dará a cada um sua sentença, porque mesmo hoje "viu o Senhor que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente." - Gênesis 6:5.
"Não trateis a vida como se ela fora um romance, mas como uma realidade. Cumpri vossos mínimos deveres no temor e no amor de Deus, com fidelidade e alegria. Deus declara: “Quem é fiel no pouco, também é fiel no muito.” {Beneficência Social, p.153.2}

Há pouco tempo vi um teste de honestidade, onde pessoas eram questionadas por um "cego" se sua Telesena estava premiada (com um valor de R$ 60 mil). Para minha surpresa SÓ 1 PESSOA, humilde vendedora de doces, disse ao rapaz que sim, que ele havia ganho e devolveu a Telesena orientando-o a procurar uma lotérica para receber o prêmio e tomar cuidado. Todos os outros - homens e mulheres - correram com a premiação em mãos querendo a vantagem do prêmio, deixando-o sozinho na rua.
Penso que a corrupção é algo entranhado no coração do ser humano - logicamente que não em todos. Mas a degradação do ser humano, a corrupção do seu coração para tantas coisas, o desejo de levar vantagem, de sair ileso mesmo com culpa, de ser e ter mais que o outro, nos faz tão corruptos no pouco quanto o que rouba milhões. Por vezes achamos que um roubo de R$ 1,00 não se compara a R$ 1.000.000,00. O valor é realmente divergente e irrisório dependendo do ponto de vista, mas quem rouba pouco é capaz de roubar muito mais quando tem oportunidade. E nos esquecemos de que para Deus - criador da lei moral regente no mundo, base de todas as constituições e civilizações ao longo da História, considera que roubo é roubo independentemente. O mandamento diz: "não furtarás" [Êxodo 20:15]... não defini o que, como e qual situação motivadora porque pode ser qualquer uma. Inclui-se aí: não roubar dinheiro, objetos, sonhos, oportunidades, família, amigos... a vida!
Não destrua a vida do outro para ter benefícios; atrai para si maldição e destruição.
Que sejamos honestos! Que sejamos sinceros! Que sejamos benção aos outros... pois um dia Deus dará a cada um sua sentença, porque mesmo hoje "viu o Senhor que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente." - Gênesis 6:5.
"Não trateis a vida como se ela fora um romance, mas como uma realidade. Cumpri vossos mínimos deveres no temor e no amor de Deus, com fidelidade e alegria. Deus declara: “Quem é fiel no pouco, também é fiel no muito.” {Beneficência Social, p.153.2}

sexta-feira, 4 de março de 2016
Um Poder que será eterno
Por toda a História humana, temos
cravado nos livros, testemunhos e registro: a busca pelo poder e status.
Homens
que almejam conquistar povos, ter a submissão dos homens, obter riqueza, fama,
poder, influência e atenção. Assim o foi desde primeira cidade edificada a ser
o centro do mundo, conhecida por Babel (lembra da Torre?) e assim o é até aos
nossos dias. Gerações passaram, vieram impérios assírios, egípcios,
babilônicos, gregos, persa, romanos, religiosos, sem religião, por divisão de
classe, por cor da pele, por nível de inteligência e cultura. Pelo poder
lutaram Hitler, Stalin, Che Guevara, Napoleão, Nero, os Césares, Igrejas, Hugo
Chávez, líderes sindicalistas... nós! Sempre queremos ter a supremacia de algo,
mesmo que seja na nossa casa. Já reparou?
Há
um relato na Bíblia interessante sobre reinado e supremacia:
“Mas,
nos dias desses reis (reinos)”, concluiu Daniel, “o Deus do Céu levantará um
reino que não será jamais destruído; e este reino não passará a outro povo;
esmiuçará e consumirá todos esses reinos, e será estabelecido para sempre”
(Daniel 2:44).
Esse
reino, a ser estabelecido em futuro bem próximo, foi revelado em um sonho de
cunho profético ao rei Nabucodonosor - da Babilônia - uma estátua de ouro,
prata, bronze, ferro e ferro e barro misturados, em que cada parte dessas era
um período da história mundial até o fim decretado por Deus. Ele querendo
perpetuar o império, fez uma estátua toda de ouro - para dizer que seu reino
não passaria... Bom, algumas dezenas de anos depois desta exposição profética,
o mesmo Daniel teve uma visão paralela ao sonho de Nabucodonosor. Na visão
noturna de Daniel, lhe foi apresentado por meio de quatro animais simbólicos a
mesma história, nesta ordem: 1) Um leão com asas de águia, que representa o
Império de Babilônia; 2) Um urso com três costelas entre os dentes, que
simboliza o Império Medo-Persa; 3) Um animal semelhante a um leopardo, com quatro asas e quatro cabeças o
Império Grego; e, 4) Um animal terrível, espantoso, e muito forte, que tinha
dentes de ferro e devorava e fazia em pedaços as suas vítimas, animal esse que
tinha dez chifres: Império de Roma e posteriormente os dez Países/Estados
europeus que surgiriam então com a queda de Roma (Daniel 7:1-7). Por fim, surgi
então um último império a quem é entregue o domínio universal: “Eu estava
olhando nas minhas visões da noite”, relata o profeta, “e eis que vinha nas
nuvens do céu Um como o Filho do homem; e dirigiu-Se ao Ancião de dias, e O
fizeram chegar até Ele. E foi-Lhe dado o domínio e a honra, e o reino para
todos os povos, nações e línguas O servissem; o Seu domínio é um domínio
eterno, que não passará, e o Seu reino o único que não será destruído... E o
reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão dados
ao povo dos santos do Altíssimo; o Seu reino será um reino eterno, e todos os
domínios O servirão, e Lhe obedecerão” (Daniel 7:13, 14, 27).
O
“Filho do homem” é um título pelo qual Cristo Se chamava frequentemente quando
aqui na Terra, conforme mostram inúmeras passagens dos Evangelhos. Para Ele
passará o domínio universal na Sua segunda vinda.
Hoje não temos mais impérios mundiais. Reinos que governam sobre todo o mundo.
Mas assim como os pés de ferro e barro que não se misturam, e os dedos dos
nossos pés que são separados, assim hoje são as nações do mundo: aglutinadas
querendo ser um só, mas com suas divisões por questões de poder, cultura,
crença e objetivos. Todos gostariam de ser o pé; o alicerce; a sustentação do
mundo. Todos queriam mostram o caminho a seguir, e governar os passos do mundo.
Todos almejam o poder e a conquista, a supremacia. Todos querem um poder eterno.
Hoje passamos em nosso país um momento em que o líder abraçou a soberania de
governo e não deseja sair, e se sair passar a outro que seja como uma
descendência a perpetuar suas ideias.
Logo chegará o tempo final para as
nações e poderes desta terra. Até lá os homens continuam em seus negócios,
trabalhos, família, estudos, atividades de costume. O comércio abre-se como
sempre. As ruas movimentas. Os países em guerras, fomes, doenças, crises de
sempre. As negociações por paz, amor e união entre os povos. A imoralidade, a
violência, a falta de amor... tudo continuará abalando a sociedade. Tudo
continuará como sempre! Mas ainda isso é um sinal de que em breve a Pedra,
cortada e lançada sem auxílio de mãos, chegará. “Ora, ao começarem estas coisas
a suceder, exultai e erguei as vossas cabeças, porque a vossa redenção se
aproxima” (S. Lucas 21:28). Não está longe este dia. O dia em que não
passaremos mais pelos males desta Terra, onde os líderes pensam em si e sua
supremacia, mas não zela pelo bem dos povos. Onde são capazes de matar e
destruir tudo que esteja em seu caminho como forma de conquistar seus
objetivos. Os sinais proféticos apresentados nas Escrituras Sagradas indicam
que Ele voltará e não tardará!
E
você, de que reino quer fazer parte? Dos pés que serão destruídos pela Pedra ou
pela Pedra que será um reino eterno e universal?
Decepções...
Quantas decepções você já teve ao longo da vida?
São frustasções, chateações, tristezas, mágoas, rancor... uma desavença, um mal entendido. Palavras de calúnia, mentira, engano. Você já pode ter passado por aquele momento em que apostou todas as suas fichas em determinada pessoa, e ela te decepciona! Por que isso acontece? Onde erramos?
O nosso principal erro é a confiança que damos às pessoas. As expectativas que fazemos sobre elas em nos atender no que falam, fazem, pensam e até sobre o que idealizamos receber de alguém.
Já parou para pensar então em quantas pessoas você já decepcionou e frustou ao longo da vida? Pessoas que lhe confiaram segredos e você disse a outro; que lhe confidenciaram um problema em busca de solução e você usou isso como arma contra ela; promessas não cumpridas, palavras não ditas, entendimentos não obtidos, irritações com coisas bobas, mágoas por intriga em coisas sem motivo. Enfim, quantas decepções!
Como seres humanos, somos cheio de falhas! Somos suscetíveis a padecer dos mesmos males que causamos. E por quê? Porque não somos perfeitos, não somos corretos, e tão somente porque não somos Deus.
Ao centro da Bíblia, encontramos um verso muito interessante para nós:
"É melhor confiar no Senhor do que confiar no homem." - Salmos 118:8
Entre tudo que sofremos nessa terra, temos a plena certeza de que nossa confiança deve estar tão somente em Deus. Porque Deus não mente! Ele nos alerta que passaremos pela dor, pelo sofrimento, pela doença, pela perda, pela alegria, pelos cumprimentos, por expectativas realizadas e até frustadas. Ele não promete o que não pode cumprir, e nem o que Ele já sabe que não vai te dar: tudo para o seu bem! Mas, apesar de tudo, Ele faz uma promessa: "E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas." - Apocalipse 21:4
Nosso maior erro é depositar nossa plena confiança nos homens, baseado nas expectativas que criamos. Porque o homem nem sempre pode cumprir o que promete, o futuro não está em suas mãos. Porque muitas vezes o outro desconhece dos planos que fazemos para o "nós" quando nem ele mesmo visualizou na mente a ideia ou mesmo quando os planos dele é outro. Porque muitas vezes queremos que os outros tenham os nossos sonhos, quando nos esquecemos de que cada um é um ser individual.
O motivo da nossa confiança ser depositada em Jesus, é que para Ele sempre existe o nós e não só o "eu". Muito embora saiba o que acontecerá no futuro, ainda sim planeja um futuro repleto de nós, de conquistas, de realizações e coisas concretas. Ele é o que não nos decepciona, pois mesmo quando os homens nos frustam, Jesus é o que transforma a "maldição" em benção.
Que tal a partir de hoje depositar sua vida, seus planos e sonhos nAquele que não frusta e não decepciona? Entregar-se e nEle esperar, "porque assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos." - Isaías 55:9
São frustasções, chateações, tristezas, mágoas, rancor... uma desavença, um mal entendido. Palavras de calúnia, mentira, engano. Você já pode ter passado por aquele momento em que apostou todas as suas fichas em determinada pessoa, e ela te decepciona! Por que isso acontece? Onde erramos?
O nosso principal erro é a confiança que damos às pessoas. As expectativas que fazemos sobre elas em nos atender no que falam, fazem, pensam e até sobre o que idealizamos receber de alguém.
Já parou para pensar então em quantas pessoas você já decepcionou e frustou ao longo da vida? Pessoas que lhe confiaram segredos e você disse a outro; que lhe confidenciaram um problema em busca de solução e você usou isso como arma contra ela; promessas não cumpridas, palavras não ditas, entendimentos não obtidos, irritações com coisas bobas, mágoas por intriga em coisas sem motivo. Enfim, quantas decepções!
Como seres humanos, somos cheio de falhas! Somos suscetíveis a padecer dos mesmos males que causamos. E por quê? Porque não somos perfeitos, não somos corretos, e tão somente porque não somos Deus.
Ao centro da Bíblia, encontramos um verso muito interessante para nós:
"É melhor confiar no Senhor do que confiar no homem." - Salmos 118:8
Entre tudo que sofremos nessa terra, temos a plena certeza de que nossa confiança deve estar tão somente em Deus. Porque Deus não mente! Ele nos alerta que passaremos pela dor, pelo sofrimento, pela doença, pela perda, pela alegria, pelos cumprimentos, por expectativas realizadas e até frustadas. Ele não promete o que não pode cumprir, e nem o que Ele já sabe que não vai te dar: tudo para o seu bem! Mas, apesar de tudo, Ele faz uma promessa: "E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas." - Apocalipse 21:4
Nosso maior erro é depositar nossa plena confiança nos homens, baseado nas expectativas que criamos. Porque o homem nem sempre pode cumprir o que promete, o futuro não está em suas mãos. Porque muitas vezes o outro desconhece dos planos que fazemos para o "nós" quando nem ele mesmo visualizou na mente a ideia ou mesmo quando os planos dele é outro. Porque muitas vezes queremos que os outros tenham os nossos sonhos, quando nos esquecemos de que cada um é um ser individual.
O motivo da nossa confiança ser depositada em Jesus, é que para Ele sempre existe o nós e não só o "eu". Muito embora saiba o que acontecerá no futuro, ainda sim planeja um futuro repleto de nós, de conquistas, de realizações e coisas concretas. Ele é o que não nos decepciona, pois mesmo quando os homens nos frustam, Jesus é o que transforma a "maldição" em benção.
Que tal a partir de hoje depositar sua vida, seus planos e sonhos nAquele que não frusta e não decepciona? Entregar-se e nEle esperar, "porque assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos." - Isaías 55:9
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